i ♥ rio

POSTED ON: 26 de nov de 2010 @ sexta-feira, novembro 26, 2010 | 0 comments





Deixando claro: eu torço para policia mas, antes disso, torço para não precisar dela.
Paz e amor!! 


Jah bless us!

thing for me

POSTED ON: 25 de nov de 2010 @ quinta-feira, novembro 25, 2010 | 0 comments

Eu larguei mesmo o blog, mais não foi pela criatividade e sim por preguiça - ela sempre ganha!
Vortei com novo template mas ficou muito gay, hehehehe... mais ficou legal, minha cara esse rosa todo. E nem me levem a mal, mas é melhor do que ser desleixada.


Cambio, LIGADO! Hahaha

shame on all!

POSTED ON: @ quinta-feira, novembro 25, 2010 | 0 comments

Direitos humanos para humanos direitos!

Em tempos onde bandidos fazem 'protesto' para manter o seus direitos de dominarem favelas e mais favelas. Em tempos em que jovens não tem nada construtivo a dizer sobre essa violencia. E ao que chega ao extremo... em tempos em que bandidos descem morros em filas indianas, se organizam com outras facções e mostram todo o seu poder de fogo. Os jovens ou melhor... 'o futuro da nação' não tem nada a dizer.

Eu tento fazer diferente, tô lendo bastante e formando uma opinião. Achei um texto que expressa a mesma.

''Parece que o amplo movimento de repúdio aos direitos humanos no Brasil encontrou um slogan: “Direitos humanos para humanos direitos”. Malvado, sem dúvida, mas bem bolado. Não é a primeira vez que o ouço. A última foi numa manhã dessas, no Mais Você de Ana Maria Braga. Ela recebeu uma mulher martirizada. Há pouco tempo, ela, o marido e a filha foram abordados por um assaltante ao sair de casa. O marido recebeu um tiro e morreu na hora, diante da família. A mulher quer justiça. Que não virá! Que justiça seria capaz de remediar uma perda dessas? Ao fim do desabafo, a mulher fez a habitual crítica aos movimentos de direitos humanos que só protegem bandidos, concluindo com o que tem se tornado um slogan: direitos humanos só para os humanos que são direitos. Para os bandidos... o quê?
Ela não chegou a pregar o seu extermínio. Disse apenas que eles deveriam ficar presos o resto da vida. Mas o slogan e sua mensagem ─ bandidos não fazem jus a direitos ─ foi lançado ao ar. Onde, aliás, está já faz tempo. As pessoas normais na sociedade brasileira, não é de hoje, têm aceito sem maior reflexão a tese segundo a qual os direitos humanos são um entrave ao combate à criminalidade que chegou a níveis insuportáveis. A mais ruidosa manifestação disso, atualmente, é a adesão entusiasmada do público aos métodos do Capitão Nascimento, personagem do filme Tropa de elite, que incluem a tortura e o abate de marginais com um descaso absoluto por qualquer vestígio de um Estado de Direito que supostamente somos. Chegados a esse ponto, acho que só nos resta gemer com o auxílio da Bíblia: “Pai, Pai, perdoai porque não sabem o que fazem...”
Não quero entrar aqui numa discussão sobre o que merece o assassino que destruiu uma família no portão de sua casa. Se ele deve ser morto, pegar prisão perpétua ou ser perdoado. A escolha por qualquer dessas alternativas remete a questão para níveis subjetivos que normalmente escapam a uma discussão racional. Mas pode-se, e deve-se, alertar as pessoas para as implicações da adoção da filosofia do capitão Nascimento no combate ao crime. Ela parte do pressuposto de que a polícia saberá, sempre, quem é o marginal perigoso que merece ser morto. Nenhuma polícia é capaz disso. Nem a civilizada polícia inglesa, como prova o episódio em que o brasileiro Jean-Charles foi abatido sumariamente ao ser confundido com um terrorista no metrô de Londres. Imaginem a nossa polícia!
Na verdade, uma polícia acostumada, como é a nossa, a usar a violência descontrolada contra delinqüentes ─ ou, o que é pior, meros suspeitos ─ não passa de um grupo armado dominado por um sentimento boçal de impunidade que termina por se tornar, ele também, delinqüente, capaz de perpetrar os piores horrores. Gosto de lembrar, a esse respeito, a famosa “chacina de Vigário Geral”. Em 1993, no Rio de Janeiro, em seguida a uma emboscada contra policiais, uma “expedição punitiva” invadiu a favela numa madrugada e matou 21 pessoas ─ entre mulheres, crianças, velhos e desocupados tomando sua cervejinha. Não havia nenhum bandido perigoso entre as vítimas...
Por isso acho que as pessoas que aplaudem uma política de extermínio sumário de bandidos não pensam no que estão dizendo antes de abrir a boca. Esse aplauso, na verdade, tem uma condição: a de que essas práticas não as atinjam. No fundo, todo mundo, mesmo quem fala bobagens contra, é defensor dos direitos humanos, pois, quando a repressão se abate sobre si, a primeira coisa que desejam é o respeito aos seus direitos. Não tenho dúvidas de que essas pessoas mudarão de atitude no dia em que um irmão, um filho ou um amigo tiver a má sorte de ser confundido com um assaltante só porque estava na frente de uma casa esperando a namorada ou simplesmente pensando na vida... e o capitão Nascimento descer de uma viatura e aparecer na sua frente! Nesse caso, o único recurso é começar a rezar o Pai-Nosso...''

E eu, cambio desligo!

Bang bang, he shot me down, bang bang!

POSTED ON: 22 de nov de 2010 @ segunda-feira, novembro 22, 2010 | 0 comments


only fools rush in...

POSTED ON: 10 de nov de 2010 @ quarta-feira, novembro 10, 2010 | 0 comments

Sou como um livro. Há quem me interprete pela capa. Há quem me ame apenas por ela. Há quem viaje em mim. Há quem viaje comigo. Há quem não me entende. Há quem nunca tentou. Há quem sempre quis ler-me. Há quem nunca se interessou. Há quem leu e não gostou. Há quem leu e se apaixonou. Há quem apenas busca em mim palavras de consolo. Há quem só perceba teoria e objetividade. Mas, tal como um livro, sempre trago algo de bom em mim.

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ニャー