i've come to stare, i am a voyeur

POSTED ON: 30 de out de 2010 @ sábado, outubro 30, 2010 | 0 comments

Para ler ao som de Lucy in the Sky with Diamonds,
de Lennon & McCartney.
''Estávamos na praia... Você cuidava de mim e tentava ser o mais querido possível para compensar o passado, eu dizia que só sendo você mesmo e eu já me sentia literalmente apaixonada!
Você se desculpa por ter se afastado, e eu digo:
'tudo o que você faça ou diga de errado nunca irá mudar em nada, porque eu te amo com todo meu coração e são as estrelas da aquela noite e a brisa do dia que o aquecem'
Você retribui com aqueles abraços que a gente não espera de uma pessoa dura. Mas eles chegam e me levam de você, você me procura com um arrependimento por não ter retribuído o ‘eu te amo’ e então você vai afundo.. e eu mergulho com um meigo coração morto.
O tempo passa os dias e as noites com ele... No ônibus, eu te vejo. Meu mundo para e eu com ele, junto. Paro. Passo na sua frente, finjo: não te vi! Você me chama e diz que estou diferente, na fisionomia. Você senta junto de mim, sito sua perna colada a minha perna sentada, alguma coisa como o querer de sentir e abraça e me beija. Volta a me abraçar e eu vejo a sua nova tatuagem – nela algumas palavras da bíblia e eu as acaricio com as minhas mãos de amor, realmente vejo que você está diferente, cresceu, mudou, amadureceu. Mas de repente as pessoas voltam, você se levanta e me arrasta contigo. Escuto uma de suas amigas lhe convidando a ir à praia com eles. Você aceita com a voz mais gentil e rouca – que ao mesmo tempo tem o timbre certo, exato. Você me conduz consigo... Fecho os olhos e tento guardar esse momento exclusivo na minha mente porque sei – não haverá outro! Compramos algumas bebidas e vamos seguindo... Curto o ultimo por do sol das nossas vidas, me remetendo as sensações passadas – me sinto em paz comigo-mesma.'' - Em meus sonhos, por Hayra S. ''Porque está amanhecendo? Peço o contrario, ver o sol se por... Porque está amanhecendo? Se não vou beijar seus lábios quando você se for''

never forget, i lust u, i need u

POSTED ON: 28 de out de 2010 @ quinta-feira, outubro 28, 2010 | 1 comments

(00:14)hayra diz:e eu gosto de alguém
(00:15)Ro'ddy ~ HayS2 ;* // waiting love \o/ / Procuro Band ;D diz: gosta de alguem?
(00:15)hayra diz:nao nao, amo alguém
(00:15)Ro'ddy ~ HayS2 ;* // waiting love \o/ / Procuro Band ;D diz: =s e quem vc ama?
(00:16)hayra diz:posso dizer, mas vc nao pode rir
(00:16)Ro'ddy ~ HayS2 ;* // waiting love \o/ / Procuro Band ;D diz:prometo que nao vou rir
(00:16)hayra diz:Começa com um v e termina em ê.
(00:17)Ro'ddy ~ HayS2 ;* // waiting love \o/ / Procuro Band ;D diz: tahh eu nao sei la, me diz
(00:17)hayra diz: VOCÊ!

28 Out 2010

POSTED ON: @ quinta-feira, outubro 28, 2010 | 0 comments


(...)Às vezes me espanto e me pergunto como pudemos a tal ponto mergulhar naquilo que estava acontecendo, sem a menor tentativa de resistência. Não porque aquilo fosse terrível, ou porque nos marcasse profundamente ou nos dilacerasse — e talvez tenha sido terrível, sim, é possível, talvez tenha nos marcado profundamente ou nos dilacerado — a verdade é que ainda hesito em dar um nome àquilo que ficou, depois de tudo. Porque alguma coisa ficou. E foi essa coisa que me levou há pouco até a janela onde percebi que chovia e, difusamente, através das gotas de chuva, fiquei vendo uma roda-gigante. Absurdamente. Uma roda-gigante. Porque não se vive mais em lugares onde existam rodas-gigantes. Porque também as rodas-gigantes talvez nem existam mais. Mas foram essas duas coisas — a chuva e a roda-gigante —, foram essas duas coisas que de repente fizeram com que algum mecanismo se desarticulasse dentro de mim para que eu não conseguisse ultrapassar aquele momento.(...)

hi aliee

POSTED ON: 25 de out de 2010 @ segunda-feira, outubro 25, 2010 | 0 comments

''Você disse? Eu te amo. Eu não quero viver sem você. Você mudou a minha vida. Você disse? Faça um plano, tenha um objetivo. Trabalhe para alcançá-los, mas de vez em quando, olhe ao seu redor e aproveite, porque é isso. Tudo pode acabar amanhã.'' - Grey’s Anatomy

''I love his smile, I love his hair, I love his knees, I love the birthmark in the shape of heart on his neck, love the way he sometimes licks his lips before speaking, I love the sound of laughter him, I love the look of him when he sleeps, I love hearing this song every time I think about it, I love the way he makes me feel as if it were possible, or as you know, as if life was worth.''

sunrise in rio das ostras

POSTED ON: 23 de out de 2010 @ sábado, outubro 23, 2010 | 0 comments


the fame is... the word is...

POSTED ON: 16 de out de 2010 @ sábado, outubro 16, 2010 | 0 comments

As palavras acompanham nossa existência, elas nos permeiam, nos cercam, nos salvam e nos matam na mesma intensidade. Lucila Nogueira diz que "excreve para exorcisar fantasmas", Dickinson, por sua vez, diz que "os Poetas acendem Lâmpadas - mas eles próprios - se apagam". Escrever/ler é sempre um escapismo, uma segunda chance, um lapso no vácuo onde podemos recomeçar. Espero que, nessas esquinas virtuais, possamos, segundo o Caio Fernando Abreu, decifrar nossa própria paisagem interna.

Monday, October 02, 1945

POSTED ON: @ sábado, outubro 16, 2010 | 0 comments

"No fundo do peito esse fruto
apodrecendo a cada dentada" - Macalé & Duda, Hotel das Estrelas

Chamava-se Harriett mas não era loura. As pessoas sempre esperavam dela coisas como longas tranças, olhos azuis e voz mansa. Espantavam-se com os ombros largos, a cabeleira meio áspera, o rosto marcado e duro, os olhos escurecidos. Harriett não brincava com os outros quando a gente era criança. Harriett ficava sozinha o tempo todo. Mesmo assim as pessoas gostavam dela. Quase todo mundo foi na estação quando eles foram embora para a capital. Ela estava debruçada na janela com os cabelos ásperos em torno das maçãs salientes. Eu fiquei olhando para Harriett sem conseguir imaginá-la no meio de edifícios e automóveis. Acho que senti pena - e acho que ela sentiu que eu sentia pena dela porque de repente fez uma coisa completamente inesperada. Harriett desceu do trem e me deu um beijo no rosto. Um beijo duro e seco. Qualquer coisa como uma vergonha de gostar. Essa foi a primeira vez que eu vi os pés dela. Estavam descalços e um pouco sujos. Os pés dela eram os pés que a gente esperava de uma Harriett. Pequenos e brancos, de unhas azuladas como de criança. Eu queria muito ficar olhando para seus pés porque ahcei que só tinha descoberto Harriett na hora dela ir embora. Mas o trem se foi e ela não olhou pela janela. Um tempo depois a gente viu a fotografia dela numa revista, com um vestido de baile. Harriet era manequim na capital. Todo mundo falou e comprou a revista. Quase todos os dias a gente via suas fotos em jornais. Harriett era famosa. A cidade adorava ela mas ela nunca escreveu uma carta pra ninguém. Muito tempo depois eu a vi outra vez. Eu estava trabalhando num jornal e tinha que fazer uma entrevista com ela. Harriet estava sozinha e não ficou feliz em me ver. Continuava grande e consumida e tinha nos olhos uma coisa cheia de dor. Fumava. Falei da cidade, das pessoas, das ruas, mas ela pareceu não lembrar. Contou-me de seus filmes, seus desfiles, suas viagens - contou tudo com uma voz lenta e rouca. Depois sem que eu soubesse por que, mostrou-me uma coisa que ela tinha escrito. Uma coisa triste parecida com uma carta. Tinha um pedaço que nunca mais consegui esquecer e que falava assim: 
Sabe que o meu gostar por você chegou a ser amor pois se eu me comovia vendo você pois se eu acordava no meio da noite só pra ver você dormindo meu deus como você me doía de vez em quando eu vou ficar esperando você numa tarde cinzenta de inverno bem no meio de uma praça então os meus braços não vão ser suficientes pra abraçar você e a minha voz vai querer dizer tanta mas tanta coisa que eu vou ficar calada um tempo enorme só olhando você sem dizer nada só olhando e pensando meu deus mas como você me dói de vez em quando.
Quando eu terminei de ler eu tinha vontade de chorar e fiquei uma porção de tempo olhando para os pés dela. E pensei que ela parecia ter escrito aquilo com seus pés de criança e não com as mãos ossudas. Eu disse para Harriett que era lindo mas ela me olhou com aquela cara dura que a gente esperava de uma Harriett e disse que não adiantava nada ser lindo. Tive vontade de fazer alguma coisa por ela. Mas eu só tinha uma vaga numa pensão ordinária e um número de telefone sempre estragado. Eu não podia fazer nada. E se pudesse ela também não deixaria. Fui embora com a impressão que ela queria dizer alguma coisa. Três dias depois a gente soube que ela tinha tomado um monte de comprimidos para dormir, cortou os pulsos e enfiou a cabeça no forno do fogão a gás. Foi muita gente no enterro e ficaram inventando estórias sujas e tristes. Mas ninguém soube. Ninguém soube nunca dos pés de Harriet. Só eu. Um desses invernos eu vou encontrar com ela no meio duma praça cinzenta e vou ficar uma porção de tempo sem dizer nada só olhando e pensando: que pena - que pena, Harriett, você não ter sido loura. De vez em quando, pelo menos.

down

POSTED ON: 7 de out de 2010 @ quinta-feira, outubro 07, 2010 | 0 comments

Dias de Depressão: SWU - (09*10*11/10)

time to pretend

POSTED ON: 5 de out de 2010 @ terça-feira, outubro 05, 2010 | 0 comments

Ha tanto tempo que eu não escrevo o que anda acontecendo comigo que as novidades já estão até velhas.
Eu ando muito bem de saúde, obrigada! De coração estou bem também. Só não posso deixar acordar o sono leve da inveja... 
Depois termino, tenho que sair. 

x.o.x.o;

POSTED ON: @ terça-feira, outubro 05, 2010 | 0 comments

Assim como as estações, as pessoas têm a habilidade de mudar. Não acontece com freqüência, mas quando acontece, é sempre para o bem. Algumas vezes leva o quebrado a se tornar inteiro de novo. Às vezes é preciso abrir as portas para novas pessoas e deixá-las entrar. Na maioria das vezes, é preciso apenas uma pessoa que tenha pavor de demonstrar o que sente para conseguir o que jamais achou possível. E algumas coisas nunca mudam. E que comece o novo jogo. 
 Gossip Girls ♥

set me free

POSTED ON: @ terça-feira, outubro 05, 2010 | 0 comments

Se você é um adolescente, não viva numa crise crônica de insatisfação. Honre a sua inteligencia, aprenda a fazer muito do pouco e amar aquilo que você tem. Dê mais valor a ao conteúdo do que a embalagem e não fique colocando defeitos em seu corpo. Rebele-se contra o padrão de beleza expresso pela midia. Seja feliz do jeito que você é. A beleza está no os olhos de quem a vê.  
Retirado do livro 'Você é insubstituivel!'

Marcadores:


smells and tastes of childhood

POSTED ON: @ terça-feira, outubro 05, 2010 | 0 comments

"Há duas épocas na vida, infância e velhice, em que a felicidade está numa caixa de bombons."
Carlos Drummond de Andrade.

Marcadores:


in my mind

POSTED ON: @ terça-feira, outubro 05, 2010 | 0 comments

Last night when we were talking alone.It came out this what your kisses feel like, today I'm making a wish! I don't want you to say goodbye...
So kiss me now, kiss me now again...I got you in my mind and i need you right here!
So get here now get here if you can. I got you in my life and i need you right here! 
(Milky)

Marcadores:


is a very very mad world

POSTED ON: 2 de out de 2010 @ sábado, outubro 02, 2010 | 0 comments

2030, típico dia de outono. O único som que pode se ouvir é o do vento, correndo desesperado de um lado para o outro, atingindo as folhas amareladas até então presas nas árvores, caindo bruscamente ao chão. Um parque. Um banco. Um corpo. Uma cabeça abaixada. Uma mente. Uma alma. Um coração. Mil fios de cabelos amontoados, por conta do ar, em um rosto, que no momento, aparentava estar um tanto quanto cansado. Milhões de pensamentos difundidos. Fracassos expostos, vitórias conquistadas. Dois lados de uma mesma moeda: uma única pessoa. Dois cotovelos trêmulos apoiados nos joelhos, tendo mais a frente, duas mãos que carregavam um solitário e velho pedaço de papel rasgado, já até amarelado. Em seu conteúdo, uma letra perfeitamente cursiva, dando extrema importância tanto às curvas que cada letra seguiria quanto aos pingos nos 'is'. 'Bons jogadores se envolvem com o jogo não expondo suas fraquezas perante ao inimigo' Este mesmo cérebro, em uma ação espontânea, manda a cabeça ser erguida e as duas mãos, simplesmente, amassarem o tal conteúdo. Assim foi feito, seguido com um suspiro. - É... Talvez eu nunca tenha sido uma boa jogadora.
(Alice F. Collins)

halfway

POSTED ON: @ sábado, outubro 02, 2010 | 0 comments

Como que em algumas vezes, ao nos afastarmos de algumas coisas ficamos ainda mais próximos delas? - Coraline e o mundo secreto

06:35

POSTED ON: @ sábado, outubro 02, 2010 | 0 comments


Parece que o fato de meus sapatos serem do lugar errado e eu não usar jóias caras, junto com o hematoma gigante na testa - sempre um acessório atraente - e minha completa incapacidade de entrar ou sair de uma sala de aula sem tropeçar ou trombar em alguém ou em alguma coisa deviam ser os principais motivos para meu status de fracassada.

make me love u...

POSTED ON: @ sábado, outubro 02, 2010 | 0 comments

''(...)O amor não é chegado a fazer contas, não obedece a razão. O verdadeiro amor acontece por empatia, por magnetismo.

Ninguém ama outra pessoa porque ela é educada, veste-se bem e é fã do Caetano. Isso são só referenciais. Ama-se pelo cheiro, pelo mistério, pela paz que o outro lhe dá, ou pelo tormento que provoca. Ama-se pelo tom de voz, pela maneira que os olhos piscam, pela fragilidade que se revela quando menos se espera.(...)'' Marta Medeiros.

Não tenho palavras para agradecer pela felicidade que me proporciona sempre, R ❥

suedehead

POSTED ON: @ sábado, outubro 02, 2010 | 0 comments

Uma amiga minha vive dizendo que odeia amarelo, que prefere tomar cianureto a usar uma roupa amarela. Quem a conhece já a ouviu dizer isso mil vezes, inclusive seu namorado. Pois uns dias atrás ela me contou que esse seu namorado chegou em sua casa e, mesmo os dois estando a uma semana sem se ver, brigaram nos primeiros cinco minutos de conversa e ele foi embora. "Mas o que aconteceu?" perguntei. "Eu sei lá", me respondeu ela. "Estávamos morrendo de saudades um do outro, mas começamos a discutir por causa de uma bobagem". Eu: "Que bobagem?". Então ela me disse: "Você não vai acreditar, mas ele ficou desconcertado por eu estar usando uma camiseta amarela".

Ora, ora. Era a oportunidade para eu utilizar meus dons de psicóloga de fundo de quintal. Perguntei para minha amiga: "Quer saber o que eu acho?". A irresponsável respondeu: "Quero". Mal sabia ela que eu recém havia assistido a uma palestra sobre as armadilhas da tão prestigiada estabilidade. Arregacei as mangas e mandei ver.

Você está namorando o cara há pouco tempo. Sabemos como funcionam esses primeiros encontros. Cada um vai fornecendo informações para o outro: eu adoro rock, eu tenho alergia a frutos do mar, tenho um irmão com quem não me dou bem, prefiro campo em vez de praia, não gosto de teatro, jamais vou ter uma moto, não uso roupa amarela. A gente então vai guardando cada uma dessas frases num baú imaginário, como se fosse um pequeno tesouro. São os dados secretos de um novo alguém que acaba de entrar em nossa vida. Assim vamos construindo a relação com certa intimidade e segurança, até que um belo dia nosso amor propaga as maravilhas de uma peça de teatro que acabou de assistir, ou sugere 20 dias de férias numa praia deserta, ou usa uma roupa amarela. Pô, como é que dá pra confiar numa criatura dessas?
Pois dá. Aliás, é mais confiável uma criatura dessas do que aquela que se algemou em meia dúzia de "verdades" inabaláveis, que não muda jamais de opinião, que registrou em cartório sua lista de aversões. Vale para essas bobagens de roupa amarela e praia deserta, e vale também para coisas mais sérias, como posicionamentos sobre o amor e o trabalho. Mudanças não significam fragilidade de caráter. É preciso ter uma certa flexibilidade para evoluir e se divertir com a vida. Mas ainda: essa flexibilidade é fundamental para manter nossa integridade, por mais contraditório que pareça. Me vieram agora à mente os altos edifícios que são construídos em cidades propensas a terremotos, que mantêm em sua estrutura um componente que permite que eles se movam durante o abalo. Um edifício que balança! Com que propósito? Justamente para não vir abaixo. Se ele não se flexibilizar, a estrutura pode ruir.
O fato de transgredirmos nossas próprias regras só demonstra que estamos conscientes de que a cada dia aprendemos um pouco mais, ou desaprendemos um pouco mais, o que também é amadurecer. Não estamos congelados em vida. Podemos mudar de idéia, podemos nos reapresentar ao mundo, podemos nos olhar no espelho de manhã e dizer: bom dia, muito prazer. Ninguém precisa ficar desconcertado diante de alguém que se desconstrói às vezes.

Eu também não gosto de roupa amarela. Quem abrir meu armário vai encontrar basicamente peças brancas, pretas, cinzas e em algumas tonalidades de verde. No entanto, hoje de manhã saí com um casaco amarelo canário! Tenho há mais de 10 anos e quase nunca usei. Pois hoje saí com ele para dar uma volta e retornei para casa sendo a mesmíssima pessoa, apenas um pouco mais alegre por ter me sentido diferente de mim mesma, o que é vital uma vez ao dia. - Marta Medeiros

← OlderNewer → / Newer →
ニャー