POSTED ON: 29 de jul de 2010 @ quinta-feira, julho 29, 2010 | 0 comments

(...) Tantos livros na estante e acabo foleando o coração..!

elefant woman...

POSTED ON: @ quinta-feira, julho 29, 2010 | 0 comments

“Sempre quis ser dessas mulheres imperfuráveis, inatingíveis, inaudíveis e incompreensíveis. Mas nunca consegui. Quando vou ver, já contei minha vida pra primeira pessoa que me deu um pouco de atenção. Já to rindo alto no restaurante porque não me controlei e fiquei feliz demais. Já escrevi um texto sobre o fulaninho da terça passada e publiquei numa revista. E o fulaninho ta morrendo de medo porque escrevi que gosto dele. E se alguém perguntar, vou dizer mesmo que gosto dele. E se ele não gostar de mim, minha tristeza não será segredo para ninguém. E minha pasta de dente é para deixar os dentes branquinhos. E quando vou ver, lá se foi a mulher misteriosa que eu gostaria tanto de ser. Porque eu jamais poderia ser uma.”

:~)

POSTED ON: 28 de jul de 2010 @ quarta-feira, julho 28, 2010 | 0 comments

Por isso que eu tenho orgulho do meu Brasil! u_u Mentira, eu não sinto orgulho do Brasil não.. mas Francisco Lachowski, nasceu para mim! IHEAIOSHIH AH TÁ HAYRA :T

just like everybody else does

POSTED ON: @ quarta-feira, julho 28, 2010 | 0 comments

''Você, cale sua boca! Como pode dizer, que eu faço as coisas do modo errado? Eu sou humano e preciso ser amado.. Como todos precisam!'' The Smiths - How Soon Is Now?

Sons que confortam...

POSTED ON: 27 de jul de 2010 @ terça-feira, julho 27, 2010 | 0 comments

''Eram quatro horas da manhã quando seu pai sofreu um colapso cardíaco. Só estavam os três em casa: o pai, a mãe e ele, um garoto de 12 anos. Chamaram o médico da família. E aguardaram. E aguardaram. E aguardaram. Até que o garoto escutou um barulho lá fora. É ele quem conta, hoje, adulto: ‘’Nunca na vida ouvirá um som mais lindo, mais calmante, do que os pneus daquele carro amassando as folhos de outono empilhadas junto ao meio-fio’’ Inesquecível, para o menino foi ouvir o som do carro se aproximando, o homem que salvaria o seu pai. Na mesma hora em que li esse relato imaginei um sem-números de sons que nos confortam A começar pelo choro na sala de parto. Seu filho nasceu. E o mais aliviante para pais que possuem adolescentes baladeiros: o barulho da chave abrindo a fechadura da porta. Seu filho voltou. E pode parecer mórbido para uns, masoquismo para outros, mas há quem mate a saudade assim: ouvindo pela enésima vez o recado deixado na secretária eletrônica de alguém que já morreu. Deixando a categoria dos sons magnâmicos para a dos sons cotidianos: a voz no alto falando do aeroporto dizendo que a aeronave já se encontra em solo, e o embarque será feito em poucos minutos. O sinal, dentro do teatro, avisando que as luzes serão apagadas e o espetáculo irá começar. O telefone tocando exatamente no horário que se espera, conforme o combinado. Até a musiquinha que antecede a chamada a cobrar pode ser bem-vinda, se for grande a ansiedade para se falar com alguém distante. O barulho da chuva forte no meio da madrugada, quando você está no quentinho da sua cama. Uma conversa em outro idioma na mesa ao lado da sua, provocando a falsa sensação de que você está viajando de férias em algum lugar estrangeiro. E estando em algum lugar estrangeiro, ouvir o seu idioma natal sendo falado por alguém que passou, fazendo você lembrar que o mundo não é tão vaso assim. O toque do interfone quando se aguarda ansiosamente a chegada do namorado. Ou mesmo a chegada da pizza. O aviso sonoro que chegou um torpedo no celular. A sirene na fabrica anunciando o fim de mais um dia de trabalho. O sinal do recreio. A musica que você mais gosta tocando no radio do carro. Aumente o volume. O aplauso depois que você, nervoso, falou em público para dezena de desconhecidos. O primeiro eu te amo dito por quem você também começou a amar. E em tempos de irritantes vuvuzelas, o som mais raro de todos, o silencio absoluto.'' (Martha Medeiros)

oh godness!

POSTED ON: @ terça-feira, julho 27, 2010 | 1 comments

Resgatei esse blogger de 2008, minha primeira reação como qualquer outro ser humano, foi de reler-lo e comparar com a atualidade. E eu não me surpreendi muito porque eu lembro dessa época, rs. Mas muito estranho foi ver a minha narração sobre a minha vida em terceira pessoa. E vergonhoso também, acrescentando! Eu sempre fui muito dramática, até mesmo para Shakespeare. Por isso, tive que deletar aquele post. Porque não... vocês não iriam ler aquela vergonhazinha interna, hehehehehe. Estou sem internet desde sábado passado (24/07), e hoje é segunda-feira já. O que aconteceu com aquele sistema de assistência técnica? Puta falta de sacanagem... Mas aproveitei esse momento tédio para escrever – coisa que não consigo fazer com a internet em funcionamento. Estou repetindo isso sempre, e irei repetir até essa rotina passar, minha férias se resumem em dormir, dormir e dormir. Sério, não sabia que tinha esse dom todo, hahahaha. Gosteeei! :~)) Mas até que sim, eu sai.. Pouquíssimas vezes, mas foi mais que o esperado. Topei em conhecer o mundo ‘hard-rock’ de Anna Karla. E.. até gostei, tinha um certo preconceito mas, mais pelo fato de estar um tempão sem conhecer gente tão diferente da minha ‘normalidade’. Foi divertido... Anna Karla é a minha melhor amiga e está sempre comigo, tenho que acompanha-la nas coisas que ela gosta de fazer, e arrastá-la-ei pra fazer as coisas que eu gosto de fazer também, muhahaha! Mas voltando a falar do meu lado dramático mexicano, esse ano eu tive disposta a mudar isso, porque a vida é tão fácil e só a gente viver um dia de cada vez e jogar tudo para cima, mas claro, tudo com o seu toque de responsabilidade. Só que em alguns dias eu tive recaídas e voltei a ser ‘maria do bairro’ um pouco. E também pudera, não posso me culpar, as coisas aqui em casa tem sido um pouco difícies com a separação dos meus pais, os problemas financeiros e as dores da cabeça que isso arrecada, mudei de escola duas vezes, e para tudo ficar mais numa niicee, tenho uma professora de REDAÇÃO que me deixa super motivada! Sim, redação.. argh! E como se ainda tudo fosse doce, ainda tem os problemas do ‘coração adolescente’ argh de novo! Mas agora tá tudo bem, a vida não é fácil e ninguém nunca me disse que era, se Deus quiser eu terei paz interior breve breve! Jah bless me _\|/_ :~D Se eu tiver postado isso depois de segunda-feira, saibam que não foi erro de digitação, foi só a minha internet! xoxoxoxooooooooxoxo, Hayra.

POSTED ON: 23 de jul de 2010 @ sexta-feira, julho 23, 2010 | 0 comments

Vida... Cada um que passa em nossa vida passa sozinho... Poque cada pessoa é única para nós, e nenhuma substitui a outra... Cada um que passa em nossa vida passa sozinho, mas não vai só... Levam um pouco de nós mesmos e deixam um pouco de si mesmos. Há os que levam muito, mas não há os que não levam nada. Há os que deixam muito, mas não há os que não deixam nada. Esta é a mais bela realidade da vida... A prova tremenda de que cada um é importante e que ninguém se aproxima do outro por acaso! Charles Chaplin

Desejo a vocês…

POSTED ON: @ sexta-feira, julho 23, 2010 | 0 comments

''Fruto do mato, cheiro de jardim, namoro no portão, domingo sem chuva, segunda sem mau humor, sábado com seu amor. Filme do Carlitos, chope com amigos, crônica de Rubem Braga, viver sem inimigos, filme antigo na TV. Ter uma pessoa especial e que ela goste de você, música de Tom com letra de Chico, frango caipira em pensão do interior. Ouvir uma palavra amável, ter uma surpresa agradável, ver a Banda passar, noite de lua cheia, rever uma velha amizade, ter fé em Deus. Não ter que ouvir a palavra não, nem nunca, nem jamais e adeus. Rir como criança, ouvir canto de passarinho, sarar de resfriado, escrever um poema de Amor que nunca será rasgado, formar um par ideal, tomar banho de cachoeira, pegar um bronzeado legal. Aprender um nova canção, esperar alguém na estação, queijo com goiabada, pôr-do-Sol na roça. Uma festa, um violão, uma seresta, recordar um amor antigo, ter um ombro sempre amigo. Bater palmas de alegria, uma tarde amena, calçar um velho chinelo, sentar numa velha poltrona, tocar violão para alguém, ouvir a chuva no telhado, vinho branco, Bolero de Ravel. E muito carinho meu.'' - Carlos Drummond de Andrade

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